O aluno com baixa visão e déficit cognitivo
A escola costuma confundir ou interpretar erroneamente algumas atitudes e condutas de alunos com baixa visão (BV) que oscilam entre o ver e o não ver.
Alunos com BV costumam:
1. Trocar a posição do livro;
2. Perder a seqüência das linhas em uma página ou mesclar letras semelhantes;
3. Falta de interesse ou dificuldade em participar de jogos que exijam visão de distância.
A baixa visão pode ocasionar conflitos emocionais, psicológicos e sociais, que influenciam o desempenho visual, a conduta do aluno, e refletem na aprendizagem. Um ambiente de calma, encorajamento e confiança contribuirão positivamente para a eficiência na melhor utilização da visão potencial que deve ser explorada e estimulada no ambiente educacional, pois o desempenho visual também está relacionado com a aprendizagem.
É recomendável, portanto, provocar a conduta de utilizar a visão para executar todo tipo de tarefas, pois a visão não se gasta com o uso. Além disso, o professor deve proporcionar ao aluno condições para uma boa higiene ocular de acordo com recomendações médicas.
A utilização de recursos ópticos e não-ópticos envolve o trabalho de pedagogia, de psicologia, de orientação e mobilidade e outros que se fizerem necessários. Assim, as escolhas e os níveis de adaptação desses recursos em cada caso devem ser definidos a partir da conciliação de inúmeros fatores.
Entre eles destacam-se as necessidades específicas, diferenças individuais, preferências, interesses e habilidades que vão determinar as modalidades de adaptações e atividades mais adequadas.
Conhecer o desenvolvimento global do aluno, o diagnóstico, a avaliação funcional da visão, o contexto familiar e social, bem como as alternativas e os recursos disponíveis, facilitam o planejamento de atividades e a organização do trabalho pedagógico.
Referência
SÁ, Elizabet Dias de, CAMPOS, Izilda Maria, SILVA, Myrian Beatriz Campolina. Deficiência Visual. São Paulo: MEC / SEESP, 2007.
A escola costuma confundir ou interpretar erroneamente algumas atitudes e condutas de alunos com baixa visão (BV) que oscilam entre o ver e o não ver.
Alunos com BV costumam:
1. Trocar a posição do livro;
2. Perder a seqüência das linhas em uma página ou mesclar letras semelhantes;
3. Falta de interesse ou dificuldade em participar de jogos que exijam visão de distância.
A baixa visão pode ocasionar conflitos emocionais, psicológicos e sociais, que influenciam o desempenho visual, a conduta do aluno, e refletem na aprendizagem. Um ambiente de calma, encorajamento e confiança contribuirão positivamente para a eficiência na melhor utilização da visão potencial que deve ser explorada e estimulada no ambiente educacional, pois o desempenho visual também está relacionado com a aprendizagem.
É recomendável, portanto, provocar a conduta de utilizar a visão para executar todo tipo de tarefas, pois a visão não se gasta com o uso. Além disso, o professor deve proporcionar ao aluno condições para uma boa higiene ocular de acordo com recomendações médicas.
A utilização de recursos ópticos e não-ópticos envolve o trabalho de pedagogia, de psicologia, de orientação e mobilidade e outros que se fizerem necessários. Assim, as escolhas e os níveis de adaptação desses recursos em cada caso devem ser definidos a partir da conciliação de inúmeros fatores.
Entre eles destacam-se as necessidades específicas, diferenças individuais, preferências, interesses e habilidades que vão determinar as modalidades de adaptações e atividades mais adequadas.
Conhecer o desenvolvimento global do aluno, o diagnóstico, a avaliação funcional da visão, o contexto familiar e social, bem como as alternativas e os recursos disponíveis, facilitam o planejamento de atividades e a organização do trabalho pedagógico.
Referência
SÁ, Elizabet Dias de, CAMPOS, Izilda Maria, SILVA, Myrian Beatriz Campolina. Deficiência Visual. São Paulo: MEC / SEESP, 2007.
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