
Execução de exercícios e provas e Avaliação do aluno
A execução de exercício e provas podem necessitar de ajustes, seja por meio da modificação de técnicas, como dos instrumentos utilizados. Alguns exemplos desses ajustes:
• Utilizar diferentes procedimentos de avaliação, adaptando-os aos diferentes estilos e possibilidades de expressão dos alunos;
• Valer-se de exercícios escritos e também orais;
• Adaptação e produção de material e textos no sistema Braille;
• Estender o tempo da avaliação, considerando-se as peculiaridades já mencionadas em relação à percepção não visual.
• Possibilitar a realização de trabalhos e tarefas escolares utilizando a máquina de escrever em Braille ou o computador.
Considerando que a visão se constitui um canal privilegiado de acesso ao mundo, estabelecendo a base de uma parte significativa das aprendizagens humanas, se pode dizer que
Através da visão as crianças desenvolvem-se e aprendem naturalmente, sem que tenham que ser ensinadas, unicamente pelo fato de observarem, explorarem e interagirem com o mundo que as rodeia. No caso das crianças cegas ou com graves limitações visuais, a informação visual é inexistente ou recebida de forma fragmentada e distorcida, o que limita a interação com o ambiente e a extensão e variedade das experiências, comprometendo as aprendizagens acidentais e originando atrasos no desenvolvimento motor, cognitivo e social.
Deste modo é preciso que no momento de avaliar o docente considere as potencialidades e limitações do educando com baixa visão, ao tempo em estimule a visão para que o acesso à informação visual lhes permita perceber os objetos, inclusive a tempo de não se frustrarem. Quando a criança com baixa visão se sente segura a interação com o ambiente a conduz para o desenvolvimento motor e psicomotor mais rápido e eficaz.
A execução de exercício e provas podem necessitar de ajustes, seja por meio da modificação de técnicas, como dos instrumentos utilizados. Alguns exemplos desses ajustes:
• Utilizar diferentes procedimentos de avaliação, adaptando-os aos diferentes estilos e possibilidades de expressão dos alunos;
• Valer-se de exercícios escritos e também orais;
• Adaptação e produção de material e textos no sistema Braille;
• Estender o tempo da avaliação, considerando-se as peculiaridades já mencionadas em relação à percepção não visual.
• Possibilitar a realização de trabalhos e tarefas escolares utilizando a máquina de escrever em Braille ou o computador.
Considerando que a visão se constitui um canal privilegiado de acesso ao mundo, estabelecendo a base de uma parte significativa das aprendizagens humanas, se pode dizer que
Através da visão as crianças desenvolvem-se e aprendem naturalmente, sem que tenham que ser ensinadas, unicamente pelo fato de observarem, explorarem e interagirem com o mundo que as rodeia. No caso das crianças cegas ou com graves limitações visuais, a informação visual é inexistente ou recebida de forma fragmentada e distorcida, o que limita a interação com o ambiente e a extensão e variedade das experiências, comprometendo as aprendizagens acidentais e originando atrasos no desenvolvimento motor, cognitivo e social.
Deste modo é preciso que no momento de avaliar o docente considere as potencialidades e limitações do educando com baixa visão, ao tempo em estimule a visão para que o acesso à informação visual lhes permita perceber os objetos, inclusive a tempo de não se frustrarem. Quando a criança com baixa visão se sente segura a interação com o ambiente a conduz para o desenvolvimento motor e psicomotor mais rápido e eficaz.
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