sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Instalação de artefatos tecnológicos necessários


Instalação de artefatos tecnológicos necessários


A estimulação contínua deve ser um trabalho constante da escola, pois as dificuldades de interação e de exploração do domínio do meio físico podem influenciar no desenvolvimento corporal.


Por isso a escola precisa dispor de dispositivos especiais para estes casos. Em relação a criança com visão subnormal estes dispositivos podem ser ópticos e não-ópticos.


Recursos não-òpticos:
Tipos ampliados: ampliação de fontes, de sinais e símbolos gráficos em livros, apostilas, textos avulsos, jogos, agendas, entre outros.
Acetato amarelo: diminui a incidência de claridade sobre o papel.
Plano inclinado: carteira adaptada, com a mesa inclinada para que o aluno possa realizar as atividades com conforto visual e estabilidade da coluna vertebral.
Softwares com magnificadores de tela e Programas com síntese de voz.


Recursos ópticos
Para longe: telescópio: usado para leitura no quadro negro, restringem muito o campo visual; telessistemas, telelupas e lunetas.
Para perto: óculos especiais com lentes de aumento que servem para melhorar a visão de perto. (óculos bifocais, lentes esferoprismáticas, lentes monofocais esféricas, sistemas telemicroscópicos).
Lupas manuais ou lupas de mesa e de apoio: úteis para ampliar o tamanho de fontes para a leitura, as dimensões de mapas, gráficos, diagramas, figuras etc. Quanto maior a ampliação do tamanho, menor o campo de visão com diminuição da velocidade de leitura e maior fadiga visual.

O uso destes recursos associados aos materiais adaptados, a organização e adequação do ambiente ajudam o aluno com visão subnormal a desenvolver a sua eficiência visual.

E sobre os artefatos tecnológicos:

Se é certo que as tecnologias da informação e da comunicação poderão constituir um poderoso meio potenciador do sucesso pessoal do indivíduo portador de deficiência visual, nomeadamente no que toca ao seu sucesso escolar, profissional e social, não é menos verdade que, para isso, se torna necessário que esse indivíduo receba, no momento próprio, uma preparação cuidada e orientada por alguém competente e com prática de utilização dos meios específicos adequados. (Mendonça, 2008),


Segundo Antonio Borges “Há uma imensa quantidade de dispositivos tecnológicos que podem ser usados para auxiliar um deficiente visual e inseri-lo no processo escolar.”.

Entre estes dispositivos mais usados estão:

Computadores
Sintetizadores de voz
Linhas Braille
Impressão aumentada gerada por hardware
Impressoras Braille
Impressão aumentada gerada por software.
Gravação de textos com indexação e Braille.

Recursos ópticos e ópticos
Materiais criativos e reciclados, além de isopor, madeira, rotex, feltro, cortiça, etc.

Adaptações:
• Canetas tipo pincel atômico
• Acetato
• Livros com letras ampliadas
• Papel com pautas em negrito
• Marcadores de página e molduras de papelão (janelas de leitura)
• Viseiras de sol e outras proteções
• Instrumentos de medida comuns (réguas, esquadros) ao qual se adiciona rotex braille (fita autocolante com texto).
Livros falados e o sistema Daisy

Em suma, estes dispositivos contribuem para que o processo de ensino e aprendizagem aconteça de forma agradável e motivadora num ambiente colaborativo e de respeito às diferenças.

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